Farmacêutica, biotecnologia e cosmética

Produção de nanopartículas e lipossomas

O problema

A formulação funciona no tubo de ensaio e não sobrevive à escala. O tamanho de partícula varia entre lotes, a distribuição alarga, e o que era uma suspensão estável vira sedimento em dias.

Onde ele aparece

Sistemas de liberação — lipossomas, nanoemulsões, nanossuspensões — dependem de um tamanho de partícula estreito e reprodutível. Sonicação atende ao volume de bancada, mas a energia que ela entrega não é homogênea: parte da amostra recebe muito, parte quase nada, e o resultado não se transfere para lote maior.

A tecnologia que resolve

Homogeneização de alta pressão. O fluido é forçado através de uma câmara de interação sob pressão elevada, onde cisalhamento, cavitação e impacto agem sobre cada porção do material da mesma forma. Como toda a amostra passa pela mesma geometria, o resultado é reprodutível — e é isso que permite repetir na escala piloto o que se obteve na bancada.

Para lipossomas com faixa de tamanho definida, a extrusão através de membrana de poro calibrado é o complemento: a passagem sucessiva estreita a distribuição.

Como a O3LAB atende

A linha cobre da bancada à escala industrial, com câmaras de interação de diamante e extrusoras de lipossomas que podem operar em linha com o homogeneizador. Há também instrumentação para medir o resultado — sem medida de tamanho, o ajuste do processo vira tentativa e erro.

Esta é a sua rotina?

Descreva a amostra, o volume por lote e o resultado esperado. A proposta técnica sai mais precisa quando a engenharia sabe o que você processa.